A Articulação do Quadril é um modelo anatômico desenvolvido para demonstrar com precisão a estrutura, a biomecânica e os movimentos da articulação coxofemoral. Amplamente utilizado em instituições de ensino, clínicas, hospitais e centros de treinamento, este recurso didático facilita o aprendizado da anatomia humana e a compreensão das funções do sistema musculoesquelético.
O modelo reproduz detalhadamente os principais componentes da articulação do quadril, incluindo a cabeça do fêmur, acetábulo, ligamentos e demais estruturas envolvidas na sustentação do peso corporal e na movimentação dos membros inferiores. Sua representação tridimensional permite visualizar de forma clara os movimentos de flexão, extensão, abdução, adução e rotação do quadril.
Fabricado com materiais resistentes e de alta qualidade, o modelo anatômico da Articulação do Quadril é ideal para estudantes e profissionais das áreas de medicina, fisioterapia, enfermagem, educação física, ortopedia e outras especialidades da saúde que necessitam de um recurso visual para estudos, demonstrações e orientações clínicas.
Com elevado nível de detalhamento anatômico, a Articulação do Quadril é uma ferramenta indispensável para o estudo das estruturas articulares e da mecânica do movimento humano, proporcionando aprendizado mais eficiente e compreensão aprofundada da anatomia do quadril.
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<p>A ficha descreve a cabeça do fêmur, o acetábulo, os ligamentos e as demais estruturas envolvidas na sustentação do peso corporal, permitindo visualizar flexão, extensão, abdução, adução e rotação. É o conjunto necessário para explicar a coxofemoral como articulação esferoide, com grande amplitude e alta exigência de estabilidade — o oposto do joelho, e essa comparação costuma ser o melhor caminho didático.</p>
<p>A ficha publica 12 x 12 x 32 cm e 0,7 kg. A altura de 32 cm indica montagem em haste ou base, com a peça em posição de leitura. É formato de demonstração em bancada, leve o bastante para circular entre grupos, mas que exige apoio para não tombar.</p>
<p>Serve como base anatômica, que é o pré-requisito da conversa. Com cabeça femoral e acetábulo visíveis, o aluno entende onde ocorre o desgaste da cartilagem, por que a dor da coxartrose se refere à virilha e ao joelho, e o que uma artroplastia substitui. O modelo não representa cartilagem articular nem componentes protéticos — para isso existem peças específicas, que podem ser cotadas à parte.</p>
<p>Este modelo concentra-se no par ósseo e ligamentar. A versão com músculos acrescenta glúteos, iliopsoas, piriforme e rotadores, deslocando a aula para origem, inserção e ação. Para Anatomia descritiva e para orientação de paciente, a versão sem músculos é mais legível; para Cinesiologia e Fisioterapia, a versão muscular rende mais.</p>
<p>Os ligamentos representados e o encaixe da cabeça femoral no acetábulo são os pontos de desgaste. Evite forçar a amplitude além do batente, o que alarga o encaixe com o tempo, e guarde a peça montada no suporte. Limpeza com pano levemente úmido e detergente neutro; sem solvente.</p>