O Esqueleto Pélvico Feminino é um modelo anatômico do anel pélvico em escala adulta, composto pelos ossos do quadril — ilíaco, ísquio e púbis —, sacro e cóccix. É indicado para laboratórios de anatomia e para cursos de Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Educação Física e Radiologia.
A peça reproduz as características que definem a pelve feminina e a diferenciam da masculina: maior largura, formato mais arredondado, entrada pélvica de maior diâmetro e inclinação mais suave do sacro — conformação relacionada à passagem do feto no parto. Isoladamente, o modelo ensina a morfologia; a leitura comparativa, que é a cobrada em avaliação e usada em obstetrícia, ganha muito quando a peça masculina está disponível na mesma bancada.
Com o anel pélvico completo, também é possível localizar as referências usadas em exame clínico e em posicionamento radiológico: cristas ilíacas, espinhas ilíacas ântero-superiores, tuberosidades isquiáticas e sínfise púbica.
O modelo fornece a base óssea sobre a qual o mecanismo de parto é explicado: com os diâmetros da entrada pélvica visíveis, o aluno entende a orientação da apresentação fetal e a localização dos pontos de estreitamento. O que a peça óssea não reproduz é o assoalho pélvico, a distensão dos tecidos moles e a plasticidade da cabeça fetal — para o mecanismo completo, o recurso indicado é o simulador de parto com feto.
São valores de pelve adulta e servem para conferir se a peça está em escala real. Diâmetros obstétricos específicos — conjugata vera, diagonal e obstétrica — devem ser medidos na própria peça quando forem objeto de aula.
As bordas do sacro, o cóccix e a sínfise púbica são os pontos que sofrem em queda. Recomenda-se guarda apoiada em berço ou base, higienização com pano levemente úmido e detergente neutro e transporte em caixa com acomodação.
Para especificações completas, disponibilidade e condições de fornecimento, solicite um orçamento à equipe comercial da webASAP.
Largura Média da Pelve: Entre 13 e 15 cm na abertura superior (entrada pélvica).
Peso Médio: Entre 800 g e 1.200 g, dependendo da densidade óssea e variação individual.
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<p>Permite, desde que haja a peça masculina para comparação. A ficha descreve as características que definem a pelve feminina: maior largura, formato mais arredondado, entrada pélvica maior e inclinação mais suave do sacro. Isoladamente o modelo ensina a morfologia feminina; a leitura comparativa — que é a cobrada em prova e usada em obstetrícia — exige as duas peças na bancada.</p>
<p>Serve como base óssea, que é o pré-requisito. Com os diâmetros da entrada pélvica visíveis, o aluno entende por que a apresentação fetal se orienta de determinada forma e onde estão os pontos de estreitamento. O que o modelo ósseo não reproduz é o assoalho pélvico, a distensão dos tecidos moles nem a plasticidade da cabeça fetal — para o mecanismo completo, o recurso indicado é o simulador de parto com feto.</p>
<p>A ficha descreve os ossos do quadril — ilíaco, ísquio e púbis —, o sacro e o cóccix, formando o anel pélvico. Isso permite trabalhar as referências usadas em exame clínico e em posicionamento radiológico: cristas ilíacas, espinhas ilíacas ântero-superiores, tuberosidades isquiáticas e a sínfise púbica.</p>
<p>A ficha informa 13 a 15 cm na abertura superior, que é a entrada pélvica, e peso entre 800 g e 1.200 g. São valores de pelve adulta e servem para conferir se a peça está em escala real. Diâmetros obstétricos específicos — conjugata vera, diagonal e obstétrica — devem ser medidos na própria peça, se forem objeto de aula, e não presumidos da ficha.</p>
<p>A ficha cita medicina, fisioterapia, educação física e anatomia. Na prática ela circula por Anatomia, Obstetrícia e Enfermagem Obstétrica, Fisioterapia Pélvica e Radiologia — nesta última pelo posicionamento da bacia e pela leitura da incidência ântero-posterior. É uma das peças com maior número de disciplinas por unidade adquirida.</p>