A peça anatômica do osso úmero é um material essencial para o estudo da anatomia humana, amplamente utilizada em cursos da área da saúde, como Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Educação Física e Biomedicina. O úmero é um osso longo localizado no membro superior, responsável por conectar a articulação do ombro ao cotovelo, desempenhando papel fundamental na mobilidade e sustentação do braço.
Essa peça anatômica do úmero permite a visualização detalhada de suas estruturas, como a cabeça do úmero, colo anatômico, tubérculo maior e menor, sulco intertubercular, diáfise e extremidade distal, facilitando a compreensão da anatomia óssea e das articulações do membro superior.
Indicada para aulas práticas, estudos acadêmicos, laboratórios e demonstrações didáticas, a peça anatômica do osso úmero auxilia no aprendizado preciso das funções biomecânicas e das inserções musculares. Além disso, é uma excelente ferramenta para profissionais da saúde que buscam aprofundar seus conhecimentos anatômicos.
Ao adquirir uma peça anatômica do osso úmero, o estudante ou profissional garante um recurso didático de alto valor educativo, contribuindo para um aprendizado mais visual, prático e eficiente da anatomia humana
Comprimento: 30 a 35 cm
Largura: 5 a 7 cm
Peso: 300 a 500 g
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<p>A ficha relaciona cabeça do úmero, colo anatômico, tubérculos maior e menor, sulco intertubercular, diáfise e extremidade distal. É o repertório necessário para a prova prática de osteologia do membro superior e para localizar as inserções do manguito rotador nos tubérculos e a passagem do tendão da cabeça longa do bíceps no sulco intertubercular.</p>
<p>Todo úmero tem lado, e a determinação de lateralidade é parte do exercício: a orientação da cabeça, a posição do sulco intertubercular e a torção da diáfise definem se é direito ou esquerdo. A ficha não especifica o lado fornecido — se a turma cobra lateralidade em avaliação, confirme no orçamento e considere adquirir o par.</p>
<p>Sustenta três temas recorrentes: a fratura do colo cirúrgico e sua relação com o nervo axilar; a fratura de diáfise com o trajeto do nervo radial no sulco espiral; e a fratura supracondiliana na extremidade distal, típica da infância. São exemplos em que a peça na mão explica melhor que a imagem, porque o aluno acompanha o trajeto com o dedo.</p>
<p>A ficha publica 30 a 35 cm de comprimento, 5 a 7 cm de largura e 300 a 500 g. É a faixa esperada para úmero adulto em escala real, o que permite comparação direta com o braço do próprio aluno para fixar proporção e localizar as referências por palpação.</p>
<p>Faz, por uma razão prática: em aula de osteologia o gargalo é a quantidade de peças circulando, não a variedade. Vários úmeros em bancada permitem que todos os grupos trabalhem ao mesmo tempo, enquanto um esqueleto completo atende um grupo por vez. A composição usual combina peças avulsas em quantidade para os ossos mais cobrados e um esqueleto montado por sala.</p>