O ano de 2026 marca um ponto de virada para o ensino da Medicina Veterinária no Brasil. Com o endurecimento das diretrizes de compliance educacional e as novas resoluções do CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), o uso de simuladores deixou de ser apenas um diferencial tecnológico para se tornar uma estratégia de segurança jurídica e ética.
As Instituições de Ensino Superior (IES) enfrentam agora o desafio de adequar seus currículos e infraestrutura. O foco não está apenas na qualidade pedagógica, mas no cumprimento rigoroso da legislação do ensino veterinário, que prioriza métodos substitutivos ao uso de animais vivos sempre que possível.
O Princípio da Substituição e as novas exigências
A base da fiscalização atual reside no princípio dos 3Rs (Replacement, Reduction, Refinement). Para o MEC e o CONCEA, se existe uma tecnologia capaz de ensinar uma estrutura anatômica com fidelidade, a utilização de material biológico real torna-se injustificável e passível de sanções.
É neste cenário que os modelos anatômicos de alta fidelidade entram como aliados do coordenador de curso. Eles permitem o cumprimento da norma de substituição sem perda de qualidade no ensino da anatomia básica e comparada.
Soluções práticas para adequação do laboratório
Para atender a essas exigências de infraestrutura mínima e ética, a substituição inteligente de peças biológicas por modelos sintéticos é o caminho mais seguro. Dois exemplos claros de como aplicar isso na rotina acadêmica são:
🐱 Estudo de Osteologia sem material biológico O uso de cadáveres para estudo ósseo exige biotérios licenciados e protocolos sanitários rígidos. A solução de compliance ideal é a utilização de réplicas precisas, como o Crânio de Gato Comum. Este modelo permite que o aluno explore detalhes da morfologia de pequenos mamíferos, suturas cranianas e dentição, eliminando riscos biológicos e custos de conservação. 👉 Conheça o Crânio de Gato Comum
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Investimento que blinda a instituição
Adequar o laboratório às normas de 2026 é um investimento na reputação da universidade. Além de evitar problemas com a fiscalização do uso de animais no ensino, a instituição se posiciona como uma marca inovadora e alinhada aos valores das novas gerações de veterinários, que buscam uma formação técnica de excelência, mas profundamente ética.
A webASAP oferece consultoria especializada e uma linha completa de simuladores para garantir que sua instituição esteja pronta para o futuro da veterinária.
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